Crônica da minha morte anunciada. Por Daniel Baz
Se vocês pudessem, vocês me matariam. Não me venham com sorriso cordial, com apertos de mão sem força às oito da manhã. Não me desejem bom dia. Não me perguntem “Como vai? E a família?”, porque, no instante em que eu virasse as costas, um golpe pesado me atingiria a cabeça, e eu jamais poderia saber quem entre vocês foi o autor de minha morte. … Continuar lendo Crônica da minha morte anunciada. Por Daniel Baz
