Discografia básica
Iniciarei esta coluna esclarecendo que as colunas que escrevo são relacionadas a discos da minha preferência, e as bandas sugeridas são as que deixaram seu legado a outros artistas de qualquer gênero musical, revolucionando esta arte. Sempre vivi, convivi e me “alimentei” do rock, portanto quando escrevo faço uma viagem no túnel do tempo da minha vida. Neste espaço vocês encontrarão rock, sentimento e emoção! A pedidos, retorno ao rock progressivo.
Rush, “power” trio canadense do rock progressivo tem formação espetacular. Geddy Lee, baixista, tecladista, vocalista e líder da banda. Considerado o melhor baixista do mundo por revistas especializadas, críticos e público. A sua técnica se diferencia solando e marcando com um encaixe perfeito com o percussionista Neil Peart, o qual foi escolhido, pelo público, o melhor baterista do mundo. Comprovem o seu solo na música YYZ (LP Moving Pictures). Melhor… escutem no disco ao vivo, Exit… Stage Left. Neste, a capa apresenta uma mulher abrindo uma cortina (aguçando a nossa curiosidade). Pear também é um letrista excepcional. Fechando o trio, Alex Lifeson, guitarrista com solos agressivos ficando entre os cem melhores do mundo, na revista americana The Rolling Stones.
2112 é um disco repleto de sonoridade que transcende o corpo e a mente, privilégio de quem conheceu o disco na época de sua edição, pois o cenário musical estava perdendo o norte e Rush, com este lançamento, nos fez pensar que nada estava perdido.
Cada música deste LP transmite algo de bom, levantando o astral de qualquer vivente.
Não posso encerrar esta coluna sem expor minha opinião sobre um tema que foi polêmico de um dado período de 2012, os movimentos Punk ou outros que dizem transmitir algo. E uso Rush para exemplificar as minhas conclusões. Esta banda é a prova viva de que não precisa se rebelar, sendo sujo, cuspindo na plateia, fazendo gestos obscenos ou mesmo declarando que não sabem tocar coisa nenhuma, o caminho mais curto para transmitir algo é o coração!
“Flw”!
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Carlos Cardoso, o Tomate, é jaguarense e professor de História formado pela Universidade Federal do Pampa; o texto desta coluna (revisado) foi originalmente publicado nas páginas do extinto Jornal Pampeano e cedido para a republicação no Diarios de la Pampería.
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Carlos Cardoso, o Tomate, é jaguarense e professor de História formado pela Universidade Federal do Pampa; o texto desta coluna (revisado) foi originalmente publicado nas páginas do extinto Jornal Pampeano e cedido para a republicação no Diarios de la Pampería.
(Imagem de destaque: Reprodução)
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